quinta-feira, fevereiro 22, 2018

MEDITANDO…

Todos – bem… nem todos… - querem o sucesso nesta vida terrena…
Poucos, porém, querem o “sucesso” na Eternidade…
Pois é certo que a Vida continua após a morte física…
E a Alma continua (sempre) a evoluir…
Até conseguir criar o seu próprio corpo imortal…
Até “vestir” o corpo de um “Deus Individualizado”…
E criar novos Mundos e novas individualidades – e seguindo-as, até se tornarem “Deuses Individualizados”…
Assim será o “sucesso” na Eternidade… 
Meditei e disse!
- Victor Rosa de Freitas –


terça-feira, fevereiro 20, 2018

MEDITANDO…

Todas as pessoas merecem ser importantes…
Mesmo as que se portam “mal”…
Estas têm apenas falta de CONSCIÊNCIA…
Seja IMPORTANTE!...
Tenha CONSCIÊNCIA!...
Meditei e disse!
- Victor Rosa de Freitas –

sábado, fevereiro 17, 2018

MEDITANDO…


O Homem, ao procurar a CONSCIÊNCIA, orienta a sua vontade para tal fim…
A esta realidade chamava Nietzsche a “vontade de poder”, a “vontade de domínio”…
Mas esta “vontade de poder” - ou “vontade “domínio” -, neste autor, não se referia à vontade de dominar “o outro”, mas antes e outrossim, de transcender-se a si próprio, de chegar a ser o “Super-Homem”…
Intuitivamente, Nietzshe, apercebia-se do que seria o Homem Consciente…
Mas ficou-se, este pensador, por aqui – pela “vontade de poder” ou “vontade de domínio” – essenciais, embora, para o Caminho do Homem em direção à CONSCIÊNCIA…
Porém…
Faltou a Nietzsche a constatação do Espaço Infinito – ou Deus, o Verdadeiro – que, com a Sua Vontade, criou o Impulso Evolucionário na Sua Criação…
Ora, o Homem, para atingir a CONSCIÊNCIA, precisa, primeiro, de estar em sintonia com o Impulso Evolucionário Divino e, depois – ao atingir aquela mesma CONSCIÊNCIA -, transformar-se na própria Vontade Divina, sendo co-criador com Deus – e, assim, ultrapassar o intuído Super-Homem de Nietzsche…
Pois enquanto este Homem nietzschiano tem “vontade de poder” e “vontade de domínio” – de se ultrapassar, para ser o Super-Homem -, há que acrescentar que, para dominar as leis da Natureza, de modo mais completo do que afirma aquele autor, o Homem não se deve ficar por aqui, mas antes visar atingir a capacidade, não só de dominar, mas de CRIAR, como o DIVINO…
Ou seja: o Homem com (Plena) CONSCIÊNCIA atingirá o nível da “essência” de Deus, dominará as leis da Natureza e, assim, passará a ser Criador de novos Mundos e novas Individualidades, passará a ser um “Deus Individualizado”…
Nesta fase, a nível de CONSCIÊNCIA, o Homem será UM com Deus…
Meditei e disse!
- Victor Rosa de Freitas –

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

REFLEXÕES…

Enquanto houver seres humanos a dormir ao relento…
Enquanto houver os sem-abrigo e seres humanos que não podem frequentar restaurantes…
Não se devia legislar sobre a possibilidade de os donos de animais irem com estes a restaurantes – com exceção dos cães-guia para cegos…
É uma questão de prioridades…
É uma questão de ética…
É uma questão de dignidade humana…
Só deveria ser permitido ao dono de um animal ir com este a um restaurante, se, com ele, aquele levasse um sem-abrigo a jantar, por conta do dono do animal…
Permitir que o dono de um animal vá com ele a um restaurante – excetuado o cão guia para cegos – é demasiado elitista e chocante, num mundo cheio de sem-abrigo e de seres humanos que não podem frequentar restaurantes, de seres humanos que passam fome…
E demasiado elitista porque uns podem curtir os seus animais em todo o lado, quando outros há com lugares vulgares que lhes são vedados…
É uma questão de dignidade…
De ética…
De vergonha, mesmo…
Tratemos bem os animais…
Mas a prioridade deve ser dada ao bom tratamento dos humanos…
Porque quem trata bem os humanos, trata bem os animais…
Mas a inversa nem sempre é verdadeira…
Queres poder ir a um restaurante com o teu animal?
Leva também um sem-abrigo a jantar contigo, e por tua conta…
Assim deveria ser a legislação…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

NÃO À CASTIDADE, SIM À MEDITAÇÃO...

O Cardeal Patriarca de Lisboa - ver notícia AQUI - defende o que defende porque parte do pressuposto que a realização espiritual só se concretiza através da "castidade" - o sexo apenas para a procriação, e dentro do "sacramento" do casamento regular, entre os leigos, e absoluta abstinência no clero...
E isto porque - como, aliás, a maioria das "religiões" organizadas - assenta no pressuposto de que a "castidade" - ou abstenção sexual - vai permitir que a energia sexual (ou Kundalini) dirija a sua "força" para a "iluminação espiritual"...
O que não deixa de ser verdade...
Mas o Caminho dessa "iluminação" está errado...
Como diria OSHO, a realização espiritual "acontece - mais tarde ou mais cedo - através da meditação...
A meditação - ou observação das solicitações físicas, emocionais, sentimentais e mentais -, para quem a pratica - ao invés do atávico catolicismo -, é que determina como a pessoa se deve conduzir sexualmente, e não a castidade...
A meditação leva a que a atividade sexual seja temperada pela sabedoria do uso do corpo - designadamente do sexo - e levará quem a pratica a condutas de "prazer" em que a energia sexual é aproveitada espiritualmente...
Não! Não se está a dizer o mesmo que aquele clérigo...
É que este confunde a causa da economia sexual virada para o desenvolvimento espiritual - através da meditação -, com o efeito - a "promessa" ou o "dever" de castidade...
E não é a mesma coisa...
A castidade, sem mais, é uma violência física e espiritual, ao passo que a meditação é uma forma de libertação espiritual...
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -

MEDITANDO...


Vivemos numa MATRIX em que o dinheiro compra tudo: saúde, bem-estar, justiça, educação, conforto... enfim: "liberdade"...
Mas como essa "liberdade" assenta em uns explorarem e/ou dominarem os outros, é debalde que a "justiça" combate a corrupção...
Não que não deva fazê-lo...
Mas é preciso não perder de vista que há necessidade de mudar de MATRIX...
Meditei e disse!
- Victor Rosa de Freitas -

terça-feira, fevereiro 06, 2018

HÁ QUE EQUILIBRAR O PODER INSTRUMENTAL E O DEVER PROCEDIMENTAL NO COMBATE AO CRIME…


Os comunistas querem usar o poder político para acabar com a exploração do homem pelo homem…
Porque se baseiam e põem a tónica num poder instrumental para tal fim – através de uma ditadura -, olvidam, obtendo o poder político, as regras procedimentais (democráticas), designadamente violando os direitos, liberdades e garantias fundamentais do Homem…
Assim parece – e tenho razões pessoais (e não só) para dizer que assim é – que o Ministério Público (MP) está a usar o seu poder de combate ao crime, designadamente a corrupção e crimes económicos e financeiros, de modo apenas instrumental…
E assim acontece porque o MP, no combate ao crime – e designadamente os referidos – vai violando sistematicamente as regras procedimentais (democráticas), com o uso de fugas de informação processuais e violações do segredo de justiça, e ainda com a violação de regras processuais relativas a prazos e regras constitucionais, designadamente a presunção de inocência dos arguidos, processo justo e com igualdade de armas, numa palavra, vai violando os seus direitos fundamentais de liberdade e de defesa…
O atual panorama da Justiça – e mormente a atuação do MP – exije do poder político uma atuação urgente no sentido de ser equilibrado o poder instrumental de combate ao crime – designadamente os crime de corrupção e económicos e financeiros – com o dever procedimental de respeito pelas regras constitucionais e legais (democráticas) relativas aos direitos fundamentais, mormente de defesa, dos arguidos…
Porque não se combate o crime de qualquer modo, mas apenas dentro das regras democráticas…
Pois o MP é apenas um instrumento de combate ao crime, e não pode pôr em causa a democracia…
E o que se diz do MP, dir-se-á igualmente de todo o sistema de justiça…
Defendamos, a bem da nossa segurança e bem estar, o combate ao crime…
Mas defendamos, também, a bem da nossa liberdade, a democracia…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -


segunda-feira, fevereiro 05, 2018

O VIÉS DO DIREITO “TORTO” E DO TORTO “DIREITO”…


É preciso ser um grande jurista para vender sentenças…
É preciso ser um grande jurista para se dar uma decisão jurídica no sentido que se quiser…
É preciso ser um grande jurista para fazer do Direito “Torto” e do Torto “Direito”…
Mas, para o fazer, é preciso ser, pelo menos moralmente, completamente corrupto…
Corrupto em relação à Lei e ao Direito…
E quem viola, conscientemente, em qualquer processo, o Direito, comete um crime…
Das duas uma:
- Ou há apenas a violação consciente do Direito, sem solicitação, promessa ou recebimento de qualquer vantagem patrimonial ou não patrimonial, e comete o crime de denegação de justiça e prevaricação, previsto e punido pelo artigo 369º do Código Penal, que reza assim:
"Artigo 369.º
Denegação de justiça e prevaricação
1 - O funcionário que, no âmbito de inquérito processual, processo jurisdicional, por contra-ordenação ou disciplinar, conscientemente e contra direito, promover ou não promover, conduzir, decidir ou não decidir, ou praticar acto no exercício de poderes decorrentes do cargo que exerce, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 120 dias.
2 - Se o facto for praticado com intenção de prejudicar ou beneficiar alguém, o funcionário é punido com pena de prisão até 5 anos.
3 - Se, no caso do n.º 2, resultar privação da liberdade de uma pessoa, o agente é punido com pena de prisão de 1 a 8 anos.
4 - Na pena prevista no número anterior incorre o funcionário que, sendo para tal competente, ordenar ou executar medida privativa da liberdade de forma ilegal, ou omitir ordená-la ou executá-la nos termos da lei.
5 - No caso referido no número anterior, se o facto for praticado com negligência grosseira, o agente é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa."
- Ou viola o Direito conscientemente, com solicitação, promessa ou recebimento de qualquer vantagem patrimonial ou não patrimonial, e comete o crime de corrupção passiva…
Note-se que aqui, quem é corrupto moralmente, também é equiparado ao corrupto patrimonialmente…
Pois, a corrupção moral, mesmo com vista a benefícios não patrimoniais, também é punida pela (mesma) Lei…
Pois a Lei equipara o benefício meramente moral ao benefício patrimonial…
Com efeito, dispõe o artigo 373º do Código Penal:
"Artigo 373.º
Corrupção passiva
1 - O funcionário que por si, ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para a prática de um qualquer acto ou omissão contrários aos deveres do cargo, ainda que anteriores àquela solicitação ou aceitação, é punido com pena de prisão de um a oito anos.
2 - Se o acto ou omissão não forem contrários aos deveres do cargo e a vantagem não lhe for devida, o agente é punido com pena de prisão de um a cinco anos."
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -


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